domingo, 13 de junho de 2010

ANIVERSÁRIO DO BLOG - 01 ANO

Ao saudoso Pe Edson obrigada pelo seu incentivo, em divulgarmos a IAM através do blog e a todos os que fazem assumem com amor a sua missão.


Queremos agradecer a todos os amigos e amigos missionários, aos 30.373 que nos visitaram e que nos incentivaram neste primeiro ano do blog, para que possamos multiplicar cada vez mais aqui na terra o anúncio da palavra de DEUS, e espalhar o amor de Cristo pelas crianças do mundo inteiro.

De todas as crianças do mundo inteiro sempre amigos...

13 de Junho - Santo Antônio

Neste dia, celebramos a memória do popular santo – doutor da Igreja – que nasceu em Lisboa, em 1195, e morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, por isso é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua. O nome de batismo dele era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo.

Ainda jovem pertenceu à Ordem dos Cônegos Regulares, tanto que pôde estudar Filosofia e Teologia, em Coimbra, até ser ordenado sacerdote. Não encontrou dificuldade nos estudos, porque era de inteligência e memória formidáveis, acompanhadas por grande zelo apostólico e santidade. Aconteceu que em Portugal, onde estava, Antônio conheceu a família dos Franciscanos, que não só o encantou pelo testemunho de mártires em Marrocos, como também o arrastou para a vida itinerante na santa pobreza, uma vez que também queria testemunhar Jesus com todas as forças.

Ao ir para Marrocos, Antônio ficou tão doente que teve de voltar, mas providencialmente foi ao encontro do "Pobre de Assis", o qual lhe autorizou a ensinar aos frades as Ciências, que não atrapalhassem os irmãos de viverem o Santo Evangelho. Neste sentido, Santo Antônio não fez muito, pois seu maior destaque foi na vivência e pregação do Evangelho, o que era confirmado por muitos milagres, além de auxiliar no combate à Seita dos Cátaros e Albigenses, os quais isoladamente viviam uma falsa doutrina e pobreza. Santo Antônio serviu sua família Francisca através da ocupação de altos cargos de serviço na Ordem, isto até morrer com 36 anos para esta vida e entrar para a Vida Eterna.

Santo Antônio, rogai por nós!

Namoro: tempo de conhecer e reconhecer o outro

Um estímulo direto para o autoconhecimento

Tempo de namoro: tempo gostoso de conhecer a pessoa por quem, num primeiro momento, o que por vezes falou mais alto foi a paixão, mas que, logo depois, deu espaço para uma vivência madura que supera o clamor quente e desmedido, que nem sempre corresponde a expectativas interiores de cada um dos enamorados.

O convite de hoje é pensar sobre seu relacionamento de namoro: muitas pessoas o acham desnecessário, outras falam apenas no ficar, outras querem mesmo a saciedade das sensações físicas e aí mora o perigo. Quando satisfazemos apenas o físico, nosso emocional continua "carente". Amor vai além. E é aí que entra o tempo de namoro; tempo para conhecer, não apenas o "lado feliz, lindo e amável" do outro, mas também aquelas características que nem sempre aprovamos; aquele temperamento difícil de aceitar e, muitas vezes, bem diferente da outra pessoa (e daí, vêm as divergências, a nossa falta de paciência e o fim de um relacionamento).

O tempo de namoro é um período de promessa; promessa de um amor que amadurece com o tempo e não da noite para o dia. Fazer com que as coisas aconteçam antes do tempo é como querer superar o tempo do agora com o dia de amanhã, que ainda não chegou.

Mas, o que fazer agora? Agora é tempo do conhecer, do compreender quem eu sou, como reajo diante das expectativas, como eu me relaciono com as diferenças individuais e, nisso tudo, como eu posso trabalhar para superar a condição presente, agindo com respeito e tolerância e sabendo até onde eu desejo conviver com o outro, estendendo este namoro para um noivado e o compromisso do casamento.

O casal favorece um namoro saudável quando permite um olhar diferente para ambos; quais são nossos gostos em comum, nossas diferenças, nossos pensamentos sobre assuntos divergentes, aonde queremos chegar com este namoro. Você pode estar pensando: “Mas, então, sou obrigado a casar com a pessoa com a qual namoro?”. Não, você não é obrigado a nada; mas, entender e viver com seriedade esta fase é importante, mesmo que no final você nem chegue a se casar com ela, mas que entenda que as diferenças são tantas e o jeito de um e de outro são tão diferentes a ponto de este relacionamento não ser adequado para seguir em frente.

As transformações da sociedade têm feito com que muitos valores, antes cultivados, hoje, sejam por muitas pessoas esquecidos. Tratamos as coisas de forma impessoal, individual e com isso, sem uma reciprocidade, um cuidado nas relações humanas de forma geral. Daí importante perceber que quanto mais exemplos de família desestruturada temos, tanto maior a tendência de namoros que sejam pouco adequados ou de muito sofrimento.

Acredito numa verdade que diz que o namoro compreende um estímulo direto para o autoconhecimento; é nesse tempo que tudo aquilo que eu acredito como verdade é colocado em xeque com a verdade do outro: meus sentimentos, carências, dependências, crises, alegrias, decepções. Aí entra a força da superação até mesmo dos traumas e dores por uma história de vida mal compreendida. Por isso, não se deve iniciar um namoro apenas porque não se deseja ficar sozinho, sem namorado (a). Milhares de casamentos infelizes começam dessa forma, achando “depois que casar melhora” ou “o tempo faz com que se acerte tudo”. De fato, conhecer leva tempo e viver debaixo do mesmo teto faz toda a diferença. Por isso, afirmo que é muito bom olhar para o namoro com maturidade, tendo conhecimento de si, aceitando o outro, vivendo a dois a experiência do amor que constrói, amadurece, faz e refaz em sua vida. Um relacionamento maduro se faz no dia a dia e se torna maduro à medida que passamos pelas situações positivas ou negativas surgem no relacionamento e nos colocam, como casal, como um par que deve decidir a partir dos objetivos e desejos de ambos.

Fonte: http://www.cnbbo2.org.br/index2.php?system=news&action=read&id=9018&eid=142

Para reflexão dominical

Evangelho:

Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas 7,36-8,3

"Um fariseu convidou Jesus para jantar. Jesus foi até a casa dele e sentou-se para comer. Naquela cidade morava uma mulher de má fama. Ela soube que Jesus estava jantando na casa do fariseu. Então pegou um frasco feito de alabastro, cheio de perfume, e ficou aos pés de Jesus, por trás. Ela chorava e as suas lágrimas molhavam os pés dele. Então ela os enxugou com os seus próprios cabelos. Ela beijava os pés de Jesus e derramava o perfume neles. Quando o fariseu viu isso, pensou assim: "Se este homem fosse, de fato, um profeta, saberia quem é esta mulher que está tocando nele e a vida de pecado que ela leva."
Jesus então disse ao fariseu:
- Simão, tenho uma coisa para lhe dizer:
- Fale, Mestre! - respondeu Simão.
Jesus disse:
- Dois homens tinham uma dívida com um homem que costumava emprestar dinheiro. Um deles devia quinhentas moedas de prata, e o outro, cinqüenta, mas nenhum dos dois podia pagar ao homem que havia emprestado. Então ele perdoou a dívida de cada um. Qual deles vai estimá-lo mais?
- Eu acho que é aquele que foi mais perdoado! - respondeu Simão.
- Você está certo! - disse Jesus.
Então virou-se para a mulher e disse a Simão:
- Você está vendo esta mulher? Quando entrei, você não me ofereceu água para lavar os pés, porém ela os lavou com as suas lágrimas e os enxugou com os seus cabelos. Você não me beijou quando cheguei; ela, porém, não pára de beijar os meus pés desde que entrei. Você não pôs azeite perfumado na minha cabeça, porém ela derramou perfume nos meus pés. Eu afirmo a você, então, que o grande amor que ela mostrou prova que os seus muitos pecados já foram perdoados. Mas onde pouco é perdoado, pouco amor é mostrado.
Então Jesus disse à mulher:
- Os seus pecados estão perdoados.
Os que estavam sentados à mesa começaram a perguntar:
- Que homem é esse que até perdoa pecados?
Mas Jesus disse à mulher:
- A sua fé salvou você. Vá em paz.
Joana, mulher de Cuza, que era alto funcionário do governo de Herodes; Susana e muitas outras mulheres que, com os seus próprios recursos, ajudavam Jesus e os seus discípulos."

Meditação:
Na antiguidade, as prostitutas eram consideradas escravas; socialmente não existiam. Contudo, nessa tarde, uma prostituta escuta a palavra de absolvição e de canonização, porque fez um gesto sacramental, expressou sua decisão de mudar de vida. Assim se coloca em sintonia com o evangelho.

No evangelho, uma mulher se atreve a quebrar o protocolo de uma refeição cuidadosamente preparada. A arrogante intrometida, não somente infringe as leis da boa educação, como também comete uma infração de tipo religioso: um ser impuro não deve manchar a casa de um homem socialmente puro (fariseu).

Por um momento, Cristo perde sua dignidade de profeta aos olhos de seu anfitrião: “Se este homem fosse profeta, saberia quem é esta mulher que o está tocando, e o que ela é: uma pecadora”.

Diante da situação que se apresenta, Jesus utiliza o recurso dos sábios: o método socrático de incluir a conclusão correta a partir de argumentos corretos. Em vez de corrigir a seu anfitrião, convida-o a sair de sua ignorância e reconhecer que o verdadeiro pecador é ele: o fariseu que se acredita puro.

O fariseu que convida Jesus para uma refeição é uma pessoa influente na cidade. Por ser fariseu (palavra que significa "separado"), adquiriu status de piedoso e cumpridor da Lei.

Em circunstâncias normais, jamais teria admitido a presença de uma prostituta dentro do seu lar, pois ela é pessoa ritualmente impura. É, portanto, hóspede indesejada.

O hóspede desejado é Jesus. Mas o fariseu se escandaliza pelo fato de o Mestre se deixar tocar, perfumar e beijar por quem fazia dessa "arte" seu ganha-pão. Para o fariseu, Jesus estaria aceitando o jogo perigoso da prostituta, entendendo os gestos dela como sedução descarada.

Dois hóspedes haviam entrado em sua casa, cada qual com sua fama: um era o profeta; o outro, a prostituta; ele, convidado; ela, nem sequer tolerada, mas "convidada", pela prática de Jesus, a experimentar o amor do Pai.

Naquele tempo, era costume, durante os banquetes, propor enigmas para distração dos convidados e das pessoas que, embora não fossem convidadas, apareciam para "apreciar" o grande acontecimento. Coisa de orientais e, da parte do fariseu, ostentação de poder.

Jesus tomou a iniciativa, mostrando que está bem à vontade, e provoca a "piedade" de Simão com uma questão em forma de historieta (vv. 40-43).

A conclusão é muito evidente, apesar da cautela ("acho que…") do fariseu: aquele ao qual foi perdoado mais demonstrará maior gratidão.

O fariseu se descuidara dos principais gestos de acolhida: oferecer água para lavar os pés, o beijo de boas-vindas, o óleo derramado sobre a cabeça do hóspede (vv. 44-46).

A prostituta fez tudo isso porque "acolheu" em sua vida aquele que manifesta a misericórdia de Deus e não discrimina as pessoas.

O que ela está fazendo são gestos de gratidão pelo fato de Jesus ter-se solidarizado com os marginalizados e pecadores, convivendo com eles (cf. 7,34). Mas o pecado de Simão não consiste em ter esquecido as regras de bem acolher as pessoas. É mais grave. Ele não é capaz de acolher Jesus enquanto revelação da misericórdia de Deus para com os marginalizados. Ele se julga "separado" e "piedoso". Mas sua piedade não condiz com a proposta de Jesus. Crê não precisar do perdão de Deus. E por assim crer, não o obtém.

Por isso, a expressão: "A quem se perdoa pouco também mostra pouco amor" (v. 47b), soa desta forma: "Quem não sente necessidade de ser perdoado, não é perdoado, e se torna exemplo clássico de ingratidão e fechamento ao amor de Deus".

Nesse sentido, todos são, perante Deus, igualmente devedores de uma dívida impagável. Mas o que é impossível do ponto de vista humano, é possível por causa do amor gratuito de Deus. E a resposta das pessoas só pode ser a gratidão que responde ao amor gratuito.

A exclamação dos convidados revela quem é Jesus: "Quem é este que até perdoa pecados?" (v. 49). Jesus é aquele que veio inaugurar o "ano de graça do Senhor" (4,19), e, a partir desse fato, todos são convidados. Os que se consideram "separados", "justos" ou "piedosos" se auto-excluem da salvação e do perdão gratuitos de Deus (cf. a parábola do fariseu e do publicano, Lc 18,9-14).

A prostituta — à qual Jesus diz: "Seus pecados estão perdoados… Sua fé a salvou. Vá em paz!" (7,48.50) — é símbolo de todos os marginalizados que, com ele, constroem a nova sociedade.

Para a mentalidade daqueles tempos (e quem sabe para a nossa também), era escandaloso um mestre ser auxiliado por mulheres — e que tipo de mulheres! — no anúncio de suas propostas. A proposta de Jesus é a Boa Nova do Reino de Deus nas cidades e nos campos, ou seja, para todos (8,1).

As mulheres que ajudam Jesus são pessoas reintegradas em sua dignidade ("…haviam sido curadas de maus espíritos e doenças", v. 2) e, sobretudo, mulheres nas quais Jesus descobriu grandes potencialidades em vista do Reino de Deus.

Ajudando a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam, essas mulheres revelam um dos pilares sobre os quais, segundo Lucas, o Reino se constrói: a partilha.

De fato, o Jesus de Lucas valoriza muito a economia de sobrevivência presente nas aldeias, baseada na troca e na partilha. A esmola — muito cara a Lucas (cf. 11,41; 12,33) — não consiste em dar uns trocados a quem necessita; pelo contrário, é a partilha de tudo o que se é e se tem. E aí o Reino lança raízes.

O episódio da pecadora perdoada, que só se encontra no evangelho de Lucas (7,36-50), sempre inquietou os estudiosos: os gestos da prostituta (v. 38) provocaram o perdão de Jesus, ou são sinais de gratidão pelo perdão recebido?

A maioria dos estudiosos crê que a pecadora agiu assim porque percebeu em Jesus a misericórdia do Deus que perdoa. De fato, o amor de Deus precede o amor humano.

O evangelho afirma que "Deus perdoa porque ama; nós amamos porque fomos perdoados". Para ser coerente com a prática de Jesus, nossa pastoral deve direcionar-se decididamente ao encontro dos excluídos. Que lugar ocupam na celebração eucarística e na comunidade? Somos capazes de reintegrá-los para que sejam agentes na construção do Reino?

Deus ama e, por isso, perdoa. Nós, porque nos sentimos perdoados, respondemos com gestos de amor e gratidão. De fato, o programa libertador de Jesus consiste, entre outras coisas, em proclamar "o ano de graça do Senhor" (cf. 4,19) para os pobres e marginalizados.

Que outra coisa pode significar as palavras de Cristo: “Teus pecados estão perdoados?” É o mesmo que dizer: “Maria, és uma santa”.

Reflexão Apostólica:
No domingo de hoje, o evangelho de Lucas nos oferece um belíssimo quadro que ilustra a misericórdia de Deus manifestada em Jesus.
A pintura tem como pano de fundo uma refeição, na qual novamente a personagem central é Jesus, mas são desenhadas diferentes atitudes para com ele.
Mas antes Jesus fora à casa de um fariseu, aceitou ser seu hospede. É uma das poucas vezes que o evangelho mostra esta proximidade, o que nos revela que o Senhor não faz distinção de pessoas, ele oferece sua amizade e sua proposta de vida a todos.
No quadro, irrompe a figura de uma mulher, que se, no início é chamada de pecadora, o gesto dela para com Jesus a revela mais como uma mulher apaixonada.
A descrição que Lucas faz da expressão de amor dessa mulher para Jesus nos traz logo à memória a cena de Betânia do evangelho de João, onde Maria antes da Páscoa unge seu amigo com perfume.

Sem dúvida, nas duas comunidades evangélicas tanto a lucana como a joanina conheciam o amor e respeito de Jesus pelas mulheres e a vida nova que nelas desencadeava.

Nesta história, o evangelista Lucas ilumina esta relação de Jesus com a mulher com o dom da misericórdia, uma das cores preferidas de sua narrativa.

Diante do transbordamento de amor dessa mulher a Jesus, a atitude do fariseu fica como reservada e até um pouco fria e distante.

Jesus percebe claramente a diferença e com suas palavras desvela qual é a diferença radical entre a mulher e Simão. Não se trata de personalidades diferentes uma mais efusiva e outra mais tímida, ou diferenças de gênero!
Não, a diversas atitudes são expressão de um reconhecimento ou não da pessoa de Jesus como o Messias, o Ungido de Deus.

Para Lucas, Jesus é o pregador da libertação, da graça, da misericórdia. O que Jesus proclamou de si mesmo na sinagoga de Nazaré se reflete em todas as suas palavras e ações. Aceitá-lo ou rejeitá-lo é o desafio que Lucas lança para os ouvintes de todos os tempos.

Se Simão acreditasse que seu convidado é o “consagrado pela unção” (4,18), aquele que é um profeta (4,24) o teria acolhido com mais cordialidade e carinho.
A mulher certamente já experienciou o amor libertador do profeta de Nazaré, por isso agora lhe retribui publicamente seu agradecimento.

Jesus se apresenta novamente hoje como o Ungido de Deus. Qual é nossa atitude, nos parecemos mais com Simão ou com a mulher?
A gratuidade da misericórdia de Deus na vida das pessoas liberta o amor, devolve a dignidade e abre novas perspectivas de futuro. É o que acontece com essa mulher e tantas outras e outros que se converteram assim em amigas e amigos de Jesus.

Na origem do discipulado de Jesus, está a experiência do Amor que desencadeia o seguimento de sua pessoa. É por isso que, na continuação desta perícope, o evangelista nos apresenta Jesus, continuando sua missão acompanhado por mulheres e por homens.

Seguir Jesus é o único caminho para conhecê-lo cada dia mais, crescer na amizade com Ele e juntos levar adiante sua causa de libertação dos pobres e oprimidos de todos os tempos, continuar proclamando a boa nova da misericórdia de Deus, porque o ano de graça do Senhor se estende até nós!

Propósito:
Espírito de hospitalidade, abre meu coração para acolher Jesus, e manifestar-lhe toda a minha gratidão pelo amor que ele tem por mim. Senhor, que a luz do vosso Espírito ilumine os nossos corações, para que tomemos consciência de sermos pecadores, e nos abra a acolher o vosso amor no perdão.

Fonte:Pe. André Luiz - POM (by zé gotinha missionário)

Celebração da Palavra - Missões Populares






Neste sábado as 19:30 na Comunidade Santa Paulina, começou o tempo forte pós-missão, com a Celebração da Palavra, com o seminarista Geci, e o tema foi o matrimônio, a liturgia foi realizada pela equipe do MCE(Movimento dos Casais Encontristas).
O Que Deus uniu o homem não separe.

sábado, 12 de junho de 2010

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS



11 de Junho 2010

A liturgia do Sagrado Coração de Jesus é sempre bastante transparente, orientada para a sensibilidade do povo. A linha global se descobre à primeira vista: Deus quer ser o Bom Pastor e o é em Jesus, enviado para revelar o terno amor do Altíssimo por todos nós. A profundidade deste amor é expressa na 2ª leitura: Jesus revela a oferta do amor gratuito de Deus, que agora conhecemos, porque Seu Espírito foi derramado em nosso corações. Esse amor gratuito consiste no dom de Seu Filho, sem mérito de nossa parte, antes pelo contrário: “enquanto éramos ainda seus inimigos”.
É essa a realidade que devemos sentir através da imagem do Bom Pastor (1ª leitura e Evangelho). Isso exige certa catequese, pois a imagem deste [pastor de ovelhas] já não pertence ao dia a dia da sociedade urbana. Para o pastor, as ovelhas são sua vida, sua quase única riqueza, seu “meio de produção”. Por isso não quer que nenhuma se perca. Para o pastor, as ovelhas são para ele o que o pedaço de terra é para o colono e a fábrica local para o operário. Tiramos a fábrica, a terra e o rebanho do homem e este fica sem sustento. Por isso se apaixona por seu meio de produção. O homem tem seus desejos, suas paixões, e é bom que os tenha, desde que com discernimento, porque são molas propulsoras de sua vida. Ora, qual é o verdadeiro objeto do desejo? Eis a questão.
O verdadeiro objeto da paixão de Deus são os homens, Seus filhos. Por eles o Senhor deixa todo o resto, por assim dizer. Então, nós devemos também investir nossa paixão vital não nas coisas passageiras, mas naquilo que é eterno, a começar pelo amor fraterno.
No Reino de Deus, os “meios de produção” que absorvem nosso interesse são as pessoas, e não podemos permitir que nenhuma delas se perca. Se todos são chamados a gozar o amor do Pai, como poderíamos desinteressar-nos daqueles que d’Ele se afastam ou são afastados pelo contratestemunho daqueles que se gabam de Deus?
É impossível amar sozinho. Deus quer que todos sejam amados. Este é o fruto que o Todo-poderoso quer ver produzido. Sem nos voltarmos para Seus filhos será impossível produzir este fruto. E os “melhores produtores” do Reino são aqueles que mais nos desafiam, os que mais precisam ser amados: os pobres, os oprimidos, os abandonados. Eles suscitam o maior potencial de ternura e de amor gratuito no coração humano; e é nisso que Deus se realiza. Podemos dizer que as ovelhas perdidas “libertam” o potencial de amor posto em nós por Deus Pai.
Amar aos seres humanos como nosso tesouro; amar os mais “desinteressantes” aos olhos do mundo como sendo nosso verdadeiro interesse: eis a mensagem do Bom Pastor em busca da ovelha desgarrada.
Padre Pacheco
Comunidade Canção Nova

PALESTRA: A MISSÃO DA CRIANÇA NA IGREJA

Cada criança recebeu uma lembrançinha numerada e foi feito sorteio para que as crianças fossem até a caixa e elas montaram o boneco, sendo assim perceberam que todas as crianças são convidadas por Jesus para seguir os seus passos.
Foi um momento muito bonito onde as crianças participaram.



Oração: Círio Pascal (anexo1)


A FAMÍLIA: PAI, MÃE E FILHOS
-Deus criou Adão e Eva e deu uma missão: continuar sua criação
-Falar do respeito, da obediência, que a família é a Igreja doméstica
Sagrada Família: Jesus Maria e José
Jaculatória: Jesus, Maria e José minha família vossa é.

OS PÉS:(perguntar as crianças para que servem?)
Primeiros passos na Igreja
pés que nos conduzem
Seguir os passos de Jesus (citar Mt 8, 9 Jesus convida Mateus para seguí-lo)
A criança também é convida a seguir JESUS: Infância Missionária, Catequese, Coroinhas, Crisma, Jovens, Adultos
OBS: Cada coordenador da pastoral terá 3 minutos para falar qual o objetivo da sua pastoral.
Isaías 52, 7: Como são belos sobre as montanhas os pés do mensageiro que anuncia a felicidade que traz as boas novas e anuncia a libertação.

AS MÃOS:(perguntar as crianças para que servem?)
As mãos podem muitas coisas
Oferecer apoio no momento certo
Estender-se para consolar
Segurar firme para amparar
O que mais podemos fazer com as nossas mãos?
Lucas 10, 29b – 36 (quem é meu próximo)
Anexo 2 As Mãos

CORAÇÃO:(perguntar as crianças para que servem?)
Amar e ser amado
Ter fé em Jesus Cristo
Amar uns aos outros como Jesus nos ama
Cantar: Eu tenho um amigo que me ama...que me ama...com eterno amor
Tu tens um amigos que te ama...que te ama...com eterno amor
Nós temos um amigo que nos ama...que nos ama...com eterno amor...

OLHOS:(perguntar as crianças para que servem?)
Servem para enxergar a vida
com os olhos pecamos, queremos as coisas do mundo...
Com os olhos de JESUS, olhamos com solidariedade, fraternidade, justiça social
Lucas 19, 1-10 (Zaquel recebe JESUS)

OUVIDOS:(perguntar as crianças para que servem?)
Escutar a palavra de DEUS
temos que aprender a ouvir
Lucas 10, 38 – 42 (Marta e Maria)

BOCA:(perguntar as crianças para que servem?)
serve para comer, falar, sorrir
falar somente coisas boas
anunciar JESUS,
Falar de Nossa Senhora
rezar todos os dias, manhã e a noite
agradecer
não falar coisas ruins

CABEÇA:(perguntar as crianças para que servem?)
Pensar como Jesus pensou
não debochar dos outros, não maliciar
respeitar os outros como eles são
João 10, 14-16 (Bom pastor)

BRAÇOS:(perguntar as crianças para que servem?)
Abraçar
para agir, lutar pelo Reino de DEUS
Desistir nunca, resistir sempre
Marcos 3, 1-6 ( O homem mão seca, pregação na Barca).

Nosso corpo é sacrário (casa) de JESUS, se JESUS mora em nós devemos ser obedientes como JESUS, em casa, na escola, na sociedade. Dizendo NÃO ao pecado: drogas, álcool, cigarro