
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Mês da Bíblia 2010

Introdução
O Mês da Bíblia surgiu no Brasil, há 39 anos, por ocasião do 50º aniversário da Arquidiocese de Belo Horizonte. Tem por finalidade, motivar e promover nas comunidades, a leitura, meditação, contemplação e vivência da Palavra de Deus presente na Bíblia e na Vida.
Todos os anos, a Igreja no Brasil e na maioria dos paises da América Latina e do Caribe, comemora o Mês da Bíblia, com estudos de temas bíblicos e celebrações especiais. Para 2010, a CNBB, juntamente com as Instituições da Animação Bíblica da Pastoral, definiu o Livro de Jonas, como texto de estudo do Mês da Bíblia. São muitos os grupos de família, de catequese, das pastorais e dos movimentos, que se reúnem em torno da Palavra, para estudar e rezar a partir do tema do Mês da Bíblia. As iniciativas em vista da sua comemoração culminam com a celebração do Dia da Bíblia, último domingo de setembro.
Ao longo de todo este ano e, de modo especial em setembro, somos convocados/as a estudar e refletir o tema e o lema, inspirados no livro de Jonas: Jonas, Conversão e Missão. “Levanta-te e vai à grande cidade” (Jn 1,2). É um convite a revermos, a partir da leitura do livro de Jonas, nossa prática no desempenho da nossa ação evangelizadora missão na Igreja e no mundo. À luz deste texto bíblico, somos desafiados/as a olhar para a missão, com horizontes amplos, na perspectiva da diversidade étnica, cultural e religiosa, buscando propagar o plano salvífico do Deus de bondade e misericórdia, para toda a humanidade.
Jonas: livro profético ou sapiencial?
Jonas é considerado um livro profético e situa-se entre eles na Bíblia, porque no 2º livro dos Reis, é mencionado um profeta com o mesmo nome: Jeroboão estabeleceu as fronteiras de Israel, desde a entrada de Emat até o mar de Arabá, conforme a Palavra de Javé, o Deus de Israel, anunciada através do seu sevo, o profeta Jonas, filho de Amati, natural de Gat-Ofer (2 Rs 14,25). Isso nos leva a crer que o autor do livro de Jonas deve ter identificado seu personagem principal com esse profeta Jonas, que viveu no tempo de Jeroboão II, que reinou entre 783-743 a.C.
Porém, uma análise atenta do texto, mostra que Jonas difere muito dos escritos proféticos e surgiu num período histórico bem posterior aos proféticos. Enquanto os livros proféticos são solidamente situados no contexto político social tanto de Israel, quanto das nações vizinhas, o livro de Jonas parece sem muita base real. Enquanto os profetas ameaçam os povos pagãos, o livro de Jonas narra a conversão dos pagãos e anuncia a misericórdia de Deus para com os ninivitas, um dos povos mais odiados pelo povo de Israel. Além disso, tanto seu estilo literário quanto o tema, revelam que o livro de Jonas não se identifica com a literatura profética. Portanto, o livro de Jonas é um escrito sapiencial e como tal, não pertence ao gênero histórico, mas ao parabólico, pois é uma espécie de novela ou um conto.
Quando foi escrito o livro de Jonas e qual a sua finalidade?
Segundo a maioria dos estudiosos da Bíblia, o livro teria sido escrito entre 0s anos 400 e 300 a.C, depois do exílio da Babilônia, ocorrido entre 597 a 539 a. C. Os judeus estavam indignados contra os impérios que, sucessivamente os dominavam e se perguntavam porque Deus não tinha, ainda, julgado e castigado os ímpios. O livro de Jonas é uma reação à atitude dos chefes religiosos de Judá, que se fecharam numa postura de fanatismo religioso e nacionalista contra os que não pertenciam à descendência de Abraão, e, portanto, de Israel, conforme revelam os livros de Esdras e Neemias. Eles buscaram separar o povo bíblico de todas as pessoas de origem estrangeira (Ne 9,2). Então, dá até para entender a atitude mesquinha de Jonas, num contexto em que a consciência de ser “povo eleito”, “povo da Aliança” os leva a se fechar numa espécie de vingança. Com isso, parece que os descendentes de Abraão, estavam esquecendo sua vocação e correndo o risco de perder a própria identidade, como povo chamado a ser uma bênção para todas as nações da terra, luz para mundo.
Nesse contexto, o livro quer mostrar que o Deus que abençoou Abraão e nele todos os povos, não quer destruir nenhum povo, mas salvar a todos. Daí a necessidade de anunciar o perdão e a misericórdia de Deus, para aqueles que eles viam como “ímpios”, em vez de aguardar o julgamento de Deus, que sempre dá mais uma chance à possibilidade de conversão, mudança de vida e salvação. Portanto, o livro de Jonas tem como finalidade revelar a misericórdia e o perdão de Javé, para todos, não só para os religiosos e bons. Que ele não é um Deus nacional, mas de toda a humanidade. É o Deus da vida, por isso mesmo, quer que todos se convertam e tenham vida plena e feliz. O Senhor Deus é compassivo para com judeus e pagãos. Sua misericórdia se estende sobre todos, até mesmo sobre o pior império, assírio, representado pela grande cidade de Níneve, que tanto castigou o povo de Israel. Javé é um Deus imprevisível, que se revela a quem ele quer, quando quer; tem piedade e compaixão de quem ele quiser (Ex 33,19) e muda as decisões, a partir da livre decisão do próprio homem, do próprio povo.
Assim, hoje também não temos o direito de discriminar alguém, porque é desta ou daquela religião ou Igreja, pela sua cultura diferente, sexo, e classe social. Somos chamados a acolher o diferente, como Deus acolhe a todos os seus filhos e filhas, criados às sua imagem e semelhança.
Você sabia que Jonas é um dos livros bíblicos mais lidos e comentados? E sua grande popularidade se deve à imagem simbólica do grande peixe que engoliu Jonas e três dias depois o vomitou na praia. Espero que você já esteja bastante motivado/a para a leitura desta grande novela bíblica. Que tal ler atentamente e observar: seu enredo, o cenário geográfico, as imagens usadas pelo autor, os personagens, seus sentimentos, ações e reações. Se quiser, pode anotar o que chamou sua atenção e, de modo especial, o que mais o surpreendeu.
Veja que, por enquanto, apenas apresentamos algumas informações sobre o livro de Jonas. Aguarde os próximos capítulos. Você está convidado a fazer, junto conosco, uma caminhada no estudo do livro de Jonas, parte por parte. Contamos com sua participação.
Aprofunde-se no assunto, utilizando-se destas fontes bibliográficas:
- Nusse Dietlind, “Eu sabia, por isso fugi”, Jonas e a Misericórdia de Deus, CEBI/PE, 2001
- Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico Catequética, Mês da Bíblia 2010, Jonas: Conversão e Missão – “ Levanta-te e vai à grande Cidade”, Edições CNBB, 2010.
- Lopes Mercedes, O Livro de Jonas, Uma história de desencontros de um profeta zangado e um Deus brincalhão, Paulus, 2010.
- Balancin, M. Euclides e Ivo Storniolo, Como ler o Livro de Jonas, Ed. Paulus.
Ir. Teresa Nascimento
http://ciic.dominiotemporario.com/
O Mês da Bíblia surgiu no Brasil, há 39 anos, por ocasião do 50º aniversário da Arquidiocese de Belo Horizonte. Tem por finalidade, motivar e promover nas comunidades, a leitura, meditação, contemplação e vivência da Palavra de Deus presente na Bíblia e na Vida.
Todos os anos, a Igreja no Brasil e na maioria dos paises da América Latina e do Caribe, comemora o Mês da Bíblia, com estudos de temas bíblicos e celebrações especiais. Para 2010, a CNBB, juntamente com as Instituições da Animação Bíblica da Pastoral, definiu o Livro de Jonas, como texto de estudo do Mês da Bíblia. São muitos os grupos de família, de catequese, das pastorais e dos movimentos, que se reúnem em torno da Palavra, para estudar e rezar a partir do tema do Mês da Bíblia. As iniciativas em vista da sua comemoração culminam com a celebração do Dia da Bíblia, último domingo de setembro.
Ao longo de todo este ano e, de modo especial em setembro, somos convocados/as a estudar e refletir o tema e o lema, inspirados no livro de Jonas: Jonas, Conversão e Missão. “Levanta-te e vai à grande cidade” (Jn 1,2). É um convite a revermos, a partir da leitura do livro de Jonas, nossa prática no desempenho da nossa ação evangelizadora missão na Igreja e no mundo. À luz deste texto bíblico, somos desafiados/as a olhar para a missão, com horizontes amplos, na perspectiva da diversidade étnica, cultural e religiosa, buscando propagar o plano salvífico do Deus de bondade e misericórdia, para toda a humanidade.
Jonas: livro profético ou sapiencial?
Jonas é considerado um livro profético e situa-se entre eles na Bíblia, porque no 2º livro dos Reis, é mencionado um profeta com o mesmo nome: Jeroboão estabeleceu as fronteiras de Israel, desde a entrada de Emat até o mar de Arabá, conforme a Palavra de Javé, o Deus de Israel, anunciada através do seu sevo, o profeta Jonas, filho de Amati, natural de Gat-Ofer (2 Rs 14,25). Isso nos leva a crer que o autor do livro de Jonas deve ter identificado seu personagem principal com esse profeta Jonas, que viveu no tempo de Jeroboão II, que reinou entre 783-743 a.C.
Porém, uma análise atenta do texto, mostra que Jonas difere muito dos escritos proféticos e surgiu num período histórico bem posterior aos proféticos. Enquanto os livros proféticos são solidamente situados no contexto político social tanto de Israel, quanto das nações vizinhas, o livro de Jonas parece sem muita base real. Enquanto os profetas ameaçam os povos pagãos, o livro de Jonas narra a conversão dos pagãos e anuncia a misericórdia de Deus para com os ninivitas, um dos povos mais odiados pelo povo de Israel. Além disso, tanto seu estilo literário quanto o tema, revelam que o livro de Jonas não se identifica com a literatura profética. Portanto, o livro de Jonas é um escrito sapiencial e como tal, não pertence ao gênero histórico, mas ao parabólico, pois é uma espécie de novela ou um conto.
Quando foi escrito o livro de Jonas e qual a sua finalidade?
Segundo a maioria dos estudiosos da Bíblia, o livro teria sido escrito entre 0s anos 400 e 300 a.C, depois do exílio da Babilônia, ocorrido entre 597 a 539 a. C. Os judeus estavam indignados contra os impérios que, sucessivamente os dominavam e se perguntavam porque Deus não tinha, ainda, julgado e castigado os ímpios. O livro de Jonas é uma reação à atitude dos chefes religiosos de Judá, que se fecharam numa postura de fanatismo religioso e nacionalista contra os que não pertenciam à descendência de Abraão, e, portanto, de Israel, conforme revelam os livros de Esdras e Neemias. Eles buscaram separar o povo bíblico de todas as pessoas de origem estrangeira (Ne 9,2). Então, dá até para entender a atitude mesquinha de Jonas, num contexto em que a consciência de ser “povo eleito”, “povo da Aliança” os leva a se fechar numa espécie de vingança. Com isso, parece que os descendentes de Abraão, estavam esquecendo sua vocação e correndo o risco de perder a própria identidade, como povo chamado a ser uma bênção para todas as nações da terra, luz para mundo.
Nesse contexto, o livro quer mostrar que o Deus que abençoou Abraão e nele todos os povos, não quer destruir nenhum povo, mas salvar a todos. Daí a necessidade de anunciar o perdão e a misericórdia de Deus, para aqueles que eles viam como “ímpios”, em vez de aguardar o julgamento de Deus, que sempre dá mais uma chance à possibilidade de conversão, mudança de vida e salvação. Portanto, o livro de Jonas tem como finalidade revelar a misericórdia e o perdão de Javé, para todos, não só para os religiosos e bons. Que ele não é um Deus nacional, mas de toda a humanidade. É o Deus da vida, por isso mesmo, quer que todos se convertam e tenham vida plena e feliz. O Senhor Deus é compassivo para com judeus e pagãos. Sua misericórdia se estende sobre todos, até mesmo sobre o pior império, assírio, representado pela grande cidade de Níneve, que tanto castigou o povo de Israel. Javé é um Deus imprevisível, que se revela a quem ele quer, quando quer; tem piedade e compaixão de quem ele quiser (Ex 33,19) e muda as decisões, a partir da livre decisão do próprio homem, do próprio povo.
Assim, hoje também não temos o direito de discriminar alguém, porque é desta ou daquela religião ou Igreja, pela sua cultura diferente, sexo, e classe social. Somos chamados a acolher o diferente, como Deus acolhe a todos os seus filhos e filhas, criados às sua imagem e semelhança.
Você sabia que Jonas é um dos livros bíblicos mais lidos e comentados? E sua grande popularidade se deve à imagem simbólica do grande peixe que engoliu Jonas e três dias depois o vomitou na praia. Espero que você já esteja bastante motivado/a para a leitura desta grande novela bíblica. Que tal ler atentamente e observar: seu enredo, o cenário geográfico, as imagens usadas pelo autor, os personagens, seus sentimentos, ações e reações. Se quiser, pode anotar o que chamou sua atenção e, de modo especial, o que mais o surpreendeu.
Veja que, por enquanto, apenas apresentamos algumas informações sobre o livro de Jonas. Aguarde os próximos capítulos. Você está convidado a fazer, junto conosco, uma caminhada no estudo do livro de Jonas, parte por parte. Contamos com sua participação.
Aprofunde-se no assunto, utilizando-se destas fontes bibliográficas:
- Nusse Dietlind, “Eu sabia, por isso fugi”, Jonas e a Misericórdia de Deus, CEBI/PE, 2001
- Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico Catequética, Mês da Bíblia 2010, Jonas: Conversão e Missão – “ Levanta-te e vai à grande Cidade”, Edições CNBB, 2010.
- Lopes Mercedes, O Livro de Jonas, Uma história de desencontros de um profeta zangado e um Deus brincalhão, Paulus, 2010.
- Balancin, M. Euclides e Ivo Storniolo, Como ler o Livro de Jonas, Ed. Paulus.
Ir. Teresa Nascimento
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
22° DOMINGO DO TEMPO COMUM

SEJAMOS HUMILDES E ENCONTRAREMOS GRAÇA DIANTE DO SENHOR
Dia do Catequista
Preparar o espaço celebrativo levando em consideração o mês vocacional, o dia do catequista. Na porta da Igreja a equipe acolhe a todos dando as boas-vindas, especialmente aos catequistas. Envolvê-los nos diversos momentos da celebração. Antes de iniciar, entoar o refrão orante.
SENHOR, CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! Ô, Ô, Ô! Ô, Ô, Ô! CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! (3x)
01. ACOLHIDA
Animador(a) - Irmãos e irmãs, sejam bem-vindos para celebrarmos a Páscoa do Senhor. Concluindo o Mês Vocacional, escutamos a Boa Nova da mensagem de Jesus que nos convida a abandonar qualquer atitude que nos leve a procurar o “primeiro lugar”.
Animador(a) - Toda vocação começa com um chamado para o serviço. Só serve bem quem é humilde. Neste dia do catequista, queremos lembrar tantos homens e mulheres que desempenham este importantíssimo ministério em nossas comunidades. Acolhendo o convite para seguirmos o caminho da humanidade e participarmos do melhor lugar na festa da Deus, cantemos alegremente.
Procissão de entrada como de costume.
02. CANTO INICIAL
1. Caminhando nas estradas do mundo você reuniu-nos, Senhor, tornou-nos amigos profundos, unidos no seu grande amor. Marcou-nos com o selo amado, o selo da vocação, instruiu-nos com todo cuidado e fez de nós grandes irmãos.
JESUS NOSSO DEUS E SENHOR, IRMÃO QUE NOS LEVA AO PAI, CHAMOU-NOS A VIVER NO AMOR E AO MUNDO LEVAR A PAZ.
2. De Jesus somos companheiros, Ele é o nosso ideal, de outrora lembramos os primeiros, servindo com amor sem igual. E juntos com a Mãe do amor e sob a bandeira da cruz, gritamos lhe amamos, Senhor, Você é nossa vida Jesus.
3. Celebrando este nosso ideal,viemos lhe oferecer com um amor filial, a você todo nosso viver.
Disponde de nós, ó Senhor, segundo sua santa vontade, vivemos só para o amor, receba nossa liberdade.
Presidente - Reunidos como família de Deus, façamos o sinal de nossa fé, cantando. (à escolha)
Presidente - O Deus da esperança que nos cumula de alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS...
03. DEUS NOS PERDOA
Presidente - O pecado nos afasta da comunhão com Deus e dificulta a vida fraterna. Em silêncio, reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai e peçamos perdão. (pausa)
- Senhor, pelas vezes em que queremos sempre os primeiros lugares e nos julgamos mais importantes do que os outros, nós vos pedimos perdão.
SENHOR, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS! (bis)
- Cristo, pelas vezes em que tratamos os outros com desprezo e arrogância, nós vos pedimos perdão.
CRISTO, PIEDADE! CRISTO, PIEDADE! CRISTO, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS! (bis)
- Senhor, pelas vezes em que alimentamos o espírito de dominação e competição em nossa comunidade e não buscamos a unidade, nós vos pedimos perdão.
SENHOR, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE, PIEDADE DE NÓS! (bis)
Presidente - Deus, rico em misericórdia e bondade, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. AMÉM.
04. MOMENTO DE LOUVOR
Presidente - Ao Deus Pai amoroso, sempre pronto a nos ensinar o caminho da humildade, elevemos os nossos louvores.
Este canto é somente para Celebração da Palavra.
GLÓRIA AO PAI E GLÓRIA AO FILHO AO ESPÍRITO QUE VEM AGORA E PARA SEMPRE PELOS SÉCULOS. AMÉM.
1. Louvor ao Pai que nos amou na eternidade e nos chamou para vivermos como irmãos. O seu Espírito nos fez comunidade, uniu a todos numa santa comunhão.
2. Louvor ao Pai que deu ao mundo o Filho amado para trazer a todos nós a salvação. O seu Espírito arrancou nosso pecado, nos envolveu em sua santificação.
3. Louvor ao Pai que nos mandou o Espírito Santo com sua luz nosso caminho iluminar. Sua energia que nos cobre qual um manto consegue sempre nossas vidas transformar.
05. ORAÇÃO
Presidente - Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convosco para alimentar em nós o que é bom e guardar com solicitude o que nos deste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.
Convidar os catequistas para a proclamação das leituras.
Animador(a) - A humildade nos leva a encontrar graças e misericórdia diante de Deus. Ouçamos atentos a Liturgia da Palavra.
06. LEITURA DO LIVRO DO ECLESIÁSTICO (3,19-21.30-31)
07. SALMO RESPONSORIAL (67)
COM CARINHO PREPARASTES UMA MESA PARA O POBRE. (bis)
- Os justos se alegram na presença do Senhor rejubilam satisfeitos e exultam de alegria! Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome! O seu nome é Senhor: exultai diante dele!
- Dos órfãos Ele é pai, e das viúvas protetor: é assim o nosso Deus em sua santa habitação. É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados, quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura.
- Derramastes lá do alto uma chuva generosa, e vossa terra, vossa herança, já cansada, renovastes; e ali vosso rebanho encontrou sua morada; com carinho preparastes essa terra para o pobre.
08. LEITURA DA CARTA AOS HEBREUS (12,18-19.22-24a)
09. CANTO DE ACLAMAÇÃO
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA. (bis)
1. Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração!
10. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO LUCAS
(14,1.7-14)
11. PARTILHA DA PALAVRA
PREPARANDO A PARTILHA DA PALAVRA
No tempo de Jesus os banquetes e as grandes festas eram ocasiões de manifestar prestígio e distinção social. Privilégio apenas de alguns que, como hoje, gostariam de senti-se “celebridades”, importantes por terem sido convidados e ainda mais se lhes fosse possível ocupar um lugar de destaque entre os demais. O costume era convidar apenas quatro categorias de pessoas: os amigos, os irmãos, os parentes e os vizinhos ricos. Jesus cita outras quatro categorias de pessoas: os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos. É preciso dar início a um novo tipo de banquete. Conforme as leis do Antigo Testamento, os aleijados, os cegos e os coxos não podiam entrar no Templo do Senhor, pois eram consideradas pessoas pecadoras, impuras, condenadas por Deus. A lição de Jesus se resume na humildade: “Todo aquele que se eleva, será abaixado e o que se abaixa será elevado.” Olhemos para Jesus Cristo: mesmo sendo Deus assumiu humildemente nossa condição humana, não buscou as glórias deste mundo mas nos deu em tudo exemplo de humildade e mansidão. O discípulo de Cristo é chamado a viver a humildade no serviço e na opção pelos que ocupam os últimos lugares na sociedade. Esse modo de ser e de viver encontra seu espaço na assembléia litúrgica: sinal agora do povo reunido para o banquete do Reino. A 1ª leitura fala da pessoa humilde. Quem foi humilde, tão humilde a ponto de dar a vida por nós? A 2ª leitura traz uma mensagem importante. Para falar da nossa relação com Deus, o autor da Carta aos Hebreus usa a figura da cidade de Jerusalém e do monte Sião, sobre o qual ela se erguia. Eram lugares sagrados para o povo de Deus. Os judeus que tinham se convertido ao cristianismo continuavam tendo uma certa saudade da religião dos seus antepassados. O autor da carta procura orienta-los, fazendo uma comparação entre a religião antiga, representada pelo monte Sinai, e a religião cristã, que tem como símbolo a nova Jerusalém. O Evangelho de hoje não fica apenas na lição de humildade, vai mais além. Jesus nos ensina a convidar. Quando dermos uma festa, devemos convidar justamente os que ninguém convida e nem sequer são lembrados. É claro que Jesus não está contra a que convidemos nossos amigos e amigas, aqueles que nos são mais íntimos e que amamos, mas quer que tenhamos a sensibilidade e a gratuidade diante daqueles que não têm quem os convide por não terem como retribuir. É desejo de Deus que todos participem da mesma igualdade e dignidade. Se conseguirmos viver isso estaremos fazendo, já aqui, acontecer o Reino de Deus. O pobre deve ser amado e acolhido por um único e exclusivo motivo: é maravilhoso amar como Deus ama, sem qualquer interesse, sem esperar recompensa. Quando amamos desinteressadamente recebemos a maior de todas as recompensas; nos tornamos semelhantes ao Pai que está nos céus, experimentamos a mesma felicidade. “Quem dá aos pobres, empresta a Deus”, diz a sabedoria popular, confirmada no Evangelho de hoje. Diz também a canção: “Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas. Dar do pouco que se tem, ao que tem menos ainda, enriquece o doador, faz sua alma ainda mais linda”.
12. PROFISSÃO DE FÉ
Presidente - Iluminados pela Palavra que nos conduz ao caminho da humildade, professemos nossa fé. CREIO EM DEUS PAI...
13. PRECES DA COMUNIDADE
Presidente - Deus se revelou em Jesus como aquele que serve e ama gratuitamente. Elevemos ao Pai os nossos pedidos e cantemos: VOSSA IGREJA VOS PEDE, Ó PAI! SENHOR, NOSSA PRECE ESCUTAI.
- Senhor, dai-nos sabedoria para acolher os ensinamentos do vosso Filho Jesus e praticá-los fielmente com humildade e simplicidade no relacionamento com o próximo e na valorização dos trabalhos comunitários. Nós vos pedimos.
- Senhor, guiai-nos na vivência de nossa vocação batismal, nos serviços e ministérios de nossa comunidade. Nós vos pedimos.
- Senhor, abençoai todos os catequistas que hoje celebram o seu dia, para que, impulsionados pela força do Espírito Santo, se empenham em trabalhar com ardor pela vossa messe. Nós vos pedimos.
Presidente - Rezemos juntos a Oração do Catequista.
Senhor, como os discípulos de Emáus, somos peregrinos. Vem caminhar conosco! Dá-nos teu Espírito, para que façamos da catequese caminho para o discipulado. Transforma nossa Igreja em comunidades orantes e acolhedoras, testemunhas de fé, de esperança e caridade. Abre nossos olhos para reconhecer-te nas situações em que a vida está ameaçada. Aquece nosso coração, para que sintamos sempre a tua presença. Abre nossos ouvidos para escutar a tua Palavra, fonte de vida e missão. Ensina-nos a partilhar e comungar do Pão, alimento para a caminhada. Permanece conosco! Faz de nós discípulos missionários, a exemplo de Maria, a discípula fiel, sendo testemunhas da tua Ressurreição. Tu que és o Caminho para o Pai. Amém.
14. APRESENTAÇÃO DOS DONS
Animador(a) - Jesus convida a todos a assumirem o seu projeto de vida e salvação. Muitos se dedicam de forma incansável vivendo sua vocação batismal nos mais variados ambientes em que atuam: na escola, no trabalho, na família, na política e em outros. Hoje, de modo especial, apresentemos ao Senhor a vida de todos os catequistas que se doam na evangelização em nossas comunidades.
Nesse momento, todos os catequistas da comunidade se colocam ao redor do altar e de mãos dadas cantam.
CATEQUESE, CATEQUESE É O CAMINHO QUE O DISCÍPULO CONDUZ PARA A MISSÃO. CATEQUISTAS A SERVIÇO DA PALAVRA, CONSTRUAMOS A IGREJA EM COMUNHÃO.
1. Se nós permanecermos na Palavra, discípulos fiéis nos tornaremos. Assim conheceremos a verdade, e a luz do Evangelho espalharemos.
15. CANTO DAS OFERENDAS
(onde houver Celebração da Palavra)
NO TEU ALTAR, SENHOR, COLOCO A MINHA VIDA EM ORAÇÃO.
1. A alegria de te amar e ser amado, quero em tuas mãos depositar.
2. O desejo de ser bom e generoso faz-me viver com mais amor.
3. Os amigos que me deste e que são teus, tudo entrego a ti, Senhor.
(onde houver Celebração Eucarística)
1. Pai Santo, na força deste rito, sejais sempre bendito pelo vinho e pão. Da vossa bondade recebemos os dons que oferecemos para a salvação.
SENHOR, ETERNO PAI, OS DONS DE VINHO E PÃO AGORA TRANSFORMAI EM VIDA E SALVAÇÃO. (bis)
2. Pai Santo, sejamos água pura, que ao vinho se mistura e vai se consagrar. Por Cristo, a nossa humanidade da vossa divindade vai participar.
3. Pai Santo, que o vosso amor compreenda que as nossas oferendas vêm do coração. São frutos regados pelo orvalho, que a bênção do trabalho transformou em pão.
16. PAI NOSSO
Presidente - Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos
dizer: PAI NOSSO...
17. ABRAÇO DA PAZ
Animador(a) - Na alegria deste encontro, vamos nos abraçar desejando uns aos outros a paz de Cristo. (canto à escolha)
18. CANTO DE COMUNHÃO (se houver)
1. Venha celebrar a vida, Cristo nos convida para a refeição. O alimento que nós precisamos aqui encontramos nesta comunhão.
É FESTA, É EUCARISTIA, VENHAM COM ALEGRIA PARA CELEBRAR. JESUS CRISTO NOS CONVIDA À MESA, SE FAZ ALIMENTO PARA NOS SACIAR. (bis)
2. Na imensidão da messe Cristo não esquece de nos convidar, precisa de mais operários pra sua colheita se multiplicar.
3. Sementes de fraternidade, paz e caridade vamos semear. No coração da humanidade, o pão da unidade vamos cultivar.
19. ORAÇÃO
Presidente - Ó Deus, pela alegria deste encontro, fortalecei em nossos corações o desejo de andar em vossos caminhos. Confirmai a fé que professamos em Jesus, para que nenhum sofrimento nos impeça de perseverar nos vossos mandamentos. Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM.
20. NOTÍCIAS E AVISOS
Neste momento a comunidade pode fazer uma breve e bonita homenagem aos catequistas.
21. BÊNÇÃO
Presidente - Deus vos abençoe com todas as bênçãos do céu. AMÉM. - Vos torne santos e puros diante dele. AMÉM. - Derrame sobre vós as riquezas de sua glória, instruindo-vos com a palavra da verdade. AMÉM.
- Abençoe-vos Deus todo poderoso: PAI E FILHO E ESPÍRITO SANTO. AMÉM
- Levai a todos a alegria do Senhor Ressuscitado. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe. GRAÇAS A DEUS.
22. CANTO FINAL
1. Como é bonito, Senhor, cada manhã te agradecer. Mais uma vez teu amor vem me chamar pra viver.
CONTIGO PAI DE AMOR EU QUERO CAMINHAR E ASSIM POR ONDE EU FOR IRÁS ME ACOMPANHAR.
2. Como é bonito, Senhor cada manhã ter o meu pão e desejá-lo também a cada um dos meus irmãos.
3. Como é bonito, Senhor, cada manhã recomeçar tendo a certeza e a fé que tua mão vai me ajudar.
Fonte: http://www.cnbbo2.org.br/index2.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
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