quinta-feira, 9 de julho de 2009

Este é o Exercício de fé para o 15º Domingo do Tempo comum – 12/07/2009






Tríduo de Santa Paulina - Joinville


Dia 09/7 ás 19:30 Tríduo de Santa Paulina
Após será servido macarronada


Dia 10/7 ás 19:30 Tríduo de Santa Paulina
Após será servido canja


Dia 11/7 ás 19:30 Tríduo de Santa Paulina
Após servido aipim e frango caipira
Todos os dias teremos pinhão, quentão, cachorro-quente e refrigerante.
Venha comemorar conosco.

SANTA PAULINA ROGAI POR NÓS.

Biografia de Santa Paulina



FUNDADORA DA CONGREGAÇÃO DAS IRMÃZINHAS DA IMACULADA CONCEIÇÃO
Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, a primeira Santa do Brasil, nasce em Vígolo Vattaro, Trento, na Itália, aos 16 de dezembro de 1865. A segunda filha de Antônio Napoleone Visintainer e Anna Domênica Pianezzer, foi batizada no dia seguinte, com o nome de Amábile Lúcia Visintainer.
De família pobre, aos 8 anos trabalha na fábrica de tecidos, onde reparte seu lanche com as meninas mais pobres.
Em 25 de setembro de 1875, aos 9 anos de idade, vem para o Brasil, estabelecendo-se em Nova Trento, SC. Amábile cresce marcada pelo trabalho na roça e pela piedade recebida de seus pais.
Dos 15 aos 25 anos, juntamente com Virgínia Nicolodi, dedica-se à missão que lhes confiara o pároco, Pe. Augusto Servanzi, SJ (sacerdote jesuíta): catequese às crianças, assistência aos enfermos e cuidado da Capela São Jorge.
Entre 1888-1890, Amábile sonha, por três noites consecutivas, com Nossa Senhora de Lourdes, que lhe faz este pedido: "É meu ardente desejo que comeces uma obra; trabalharás pela salvação de minhas filhas!" Sem saber do que se tratava, Amábile deu seu sim ao pedido de Nossa Senhora, acreditando que Deus abriria os caminhos para a realização deste sonho.
No dia 12 de julho de 1890, Amábile, juntamente com e Virgínia, sai da casa paterna, para cuidar de Ângela Lúcia Viviani, com câncer em fase terminal, transferindo-se para o casebre denominado Hospitalzinho São Vigílio, em Vígolo, Nova Trento, SC. Com este gesto de solidariedade, Amábile dá início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição.
Em 1894, por sugestão do superior da missão dos padres jesuítas, Amábile e suas amigas Virgínia e Teresa Maule passam a residir na sede em Nova Trento, sem abandonar o apostolado na localidade de Vígolo.
Em 1895, Nova Trento recebe a primeira visita do bispo Dom José de Camargo Barros que dá a aprovação diocesana à Congregação no dia 25 de agosto de 1895 e autoriza ao Padre Luiz Maria Rossi, SJ, a preparar as jovens para os votos religiosos.
Aos 07 de dezembro de 1895, acontece a Profissão Religiosa das 3 primeiras Irmãs, que passaram a assumir novos nomes: Amábile - Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus; Virgínia - Irmã Matilde da Imaculada Conceição; Tereza - Irmã Inês de São José.
No primeiro dia de fevereiro de 1903, Madre Paulina é eleita pelas Irmãs, Superiora Geral "ad vitam", isto é, por toda a vida, da nova Congregação.
No mesmo ano, parte de Nova Trento para São Paulo, onde iniciam uma instituição de assistência aos idosos negros ex-escravos e crianças órfãs, junto ao Santuário da Sagrada Família, na Colina do Ipiranga. Assim era chamada a região onde, em 1822, fora proclamada a Independência do Brasil. Esta instituição existe até hoje, com o nome de Educandário Sagrada Família, onde são atendidas atualmente 160 crianças e adolescentes. Desta localidade dá-se a expansão da Congregação para o interior de São Paulo.
No ano de 1909, Madre Paulina é deposta do cargo de Superiora Geral da Congregação, pelo Arcebispo de São Paulo, D. Duarte Leopoldo e Silva. De espírito iluminado e numa atitude de obediência, acolhe com humildade esta provação e manifesta que seu único desejo é que a Congregação vá adiante e que Jesus seja conhecido, amado e adorado por todos, em todo o mundo. Em seguida, é enviada para Bragança Paulista, no interior do Estado de São Paulo. Vive e trabalha durante um ano na Santa Casa de Misericórdia, na assistência aos doentes e nove anos no Asilo São Vicente de Paulo, entre os pobres e idosos, sem poder nunca mais ocupar cargo algum na Congregação.
"Se o grão de trigo que cai na terra não morrer, não pode produzir fruto". (João 12,24).
Madre Paulina viveu com intensidade o tempo que lhe foi destinado viver "embaixo da terra", provando sua santidade, assumindo a realidade e a missão que lhe foi proposta e vivendo profundamente a intimidade com Deus, chegando a dizer: A presença de Deus me é tão intima que me parece impossível perdê-la e esta presença proporciona à minha alma uma alegria que não posso explicar.
Em 1918, é chamada pela Superiora Geral, Madre Vicência Teodora da Imaculada Conceição, para residir na Casa Madre, no Ipiranga, São Paulo, para servir de fonte à historiadora da Congregação e ser luz e orientação para as Irmãzinhas. Neste mesmo local, morre aos 09 de julho de 1942.
Atualmente este local é a sede das Irmãzinhas da Imaculada Conceição (Casa Geral), onde reside a Coordenação Geral e encontra-se o Memorial Santa Paulina, que traz à luz a história da sua vida e missão da Congregação.
Aos 18 de outubro de 1991, o Papa João Paulo II, proclama beata ou bem aventurada, Madre Paulina, em solene celebração realizada em Florianópolis, SC.



Em 19 de maio de 2002, acontece em Roma, Itália, a sua Canonização. João Paulo II declara para o mundo a Santidade de Madre Paulina, por ser ela uma heroína da vida cristã a quem se pode prestar culto em toda a Igreja.

Hoje, as Irmãzinhas da Imaculada Conceição continuam sua missão, seguindo os passos de Jesus, marcando presença em 15 Estados do Brasil e nos seguintes países: Itália, Nicarágua, Guatemala, Colômbia, Argentina, Bolívia, Chile e no continente africano: Moçambique, Chade e Camarões.

Teatro sobre a Vida de Santa Paulina



TEATRO DA VIDA DE SANTA PAULINA
1ª PARTE – INFÂNCIA
Narrador:
Em 16 de dezembro de 1865, na cidade de Vigolo Vattaro (Trento, Itália), nasceu Amabile Lúcia Visintainer, segunda de catorze filhos. No dia seguinte recebeu o batismo.
Cena: pais e padre batizando Amábile.
Napoleone era pedreiro e Anna uma caprichosa dona-de-casa. O pai tinha que se ausentar para arrumar algum serviço. A mãe, nos longos invernos, fiava, tecia panos de linho e algodão para vestir a família.Anna cuidava da educação religiosa dos filhos, neles colocando o amor a Jesus. Ensinava pequenas orações e jaculatórias que depois decoravam e repetiam. Amábile era a mais piedosa e recolhida. Pedia sempre mais orações e gostava de acompanhar a mãe a Igreja de São Jorge.
Cena:Pai saindo com enxada nas costas, e a mãe com as crianças ao redor e falando jaculatória :Jesus manso e humilde de coração fazei nosso coração semelhante ao vosso.E Amábile pede a mãe que a ensine mais.
Pela pobreza da família, aos 8 anos Amábile foi empregada na fábrica de tecidos. Frágil sem experiência, era colocada a separar os casulos do bicho-da-seda. Ia trabalhar levando a merenda preparada por sua mãe.Com o tempo Anna percebeu que a menina estava ficando muito fraca. Obrigada a falar a verdade confessou que sempre dava a merenda para as colegas mais pobres e ela quase não comia.
Cena; Mãe Anna prepara um pão e enrola do guardanapo de pano e dá para filha ir para a fábrica. Amabile trabalha e na hora reparte o seu pão com as amigas e sua mãe pergunta porque olha pra ela e percebe que esta muito fraca e ela conta que dá seu alimento para as outras meninas mais pobres que ela.
Devido a grande crise econômica do Sul Tirol, 130 moradores de Vígolo Vattaro viajaram para o Brasil, para tentar a sorte, Napoleone e Anna com os cinco filhos vivos partiram em no dia 25 de setembro de 1875, os vigolanos se estabeleceram alguns quilômetros além de Nova Trento e ao novo povoado deram o nome de Vígolo e como padroeiro escolheram o mesmo de Vígolo Vattaro, São Jorge. Tinha início a imigração italiano no Estado de Santa Catarina.
Cena: Uma bandeira da Itália para identificar Vígolo Vattarro e algumas familias e mais Napoleone, Anna e seus 5 filhos e partem de barco (armação de madeira) para outra bandeira simbolizando Brasil
Os trentinos se preocupavam com a instrução dos seus filhos e contrataram uma professora Marina Dallabrida. Para sofrimento dos pais, não havia jeito de apreender a falar. Acharam até que fosse atraso mental e buscaram uma solução religiosa; no dia da sua primeira comunhão deveria pedir a graça da leitura.
Cena: A professora chega( mulher com avental de professora, régua de madeira e frases escritas em folhas e vai dar aula para algumas crianças(5) e mostra palavras e só Amabile não consegue ler, e a professora fala com mãe de Anna que esta preocupada porque a menina não consegue aprender a ler, se despede e vai.
Dona Anna fala com Amábile para que ela peça a Jesus a graça da leitura quando for comungar na sua primeira comunhão.
E foi assim, naquele belo dia, Amábile trazia entre as mãos o livro de Santo Afonso, “Máximas Eternas”. Após comungar, pediu a Jesus o favor: “Quero a graça de aprender a ler e prometo por toda a vida ler somente livros religiosos!” Abriu o livro e maravilha. Após a missa contou á sua mãe e a professora. Fizeram o teste e na verdade, Amábile sabia ler.
Cena: Amabile entra vestida para primeira comunhão e algumas crianças, já esta segurando o livro na mão, vai comungar deixa o livro no banco e quando volta pede a Jesus a graça da Leitura de joelhos e assim que termina a oração, senta no banco e abre o livro e consegue ler.
Terminada a missa vai até a mãe e fala que a graça aconteceu e elas vão falar com a professora que faz o teste e Amábile sabia ler.
2 ª PARTE ADOLESCÊNCIA
Narrador: Era grande a alegria de Napoleone e Anna em receberem em sua casa os padre jesuítas, residentes em Nova Trento. Ao irem atender os católicos vigolanos, a hospedagem era na casa dos Visintainer. Era uma casa pobre, mas onde não faltava diariamente a reza do Terço do Rosário.
Cena: família( pai, mãe, Amábile e 4 irmãos ) rezando o terço, e padre se hospeda na casa.
Amábile era inseparável de sua amiga Vírgina Nicolodi, a amizade se estreitara quando Napoleone e Francesco Nicolodi, para fazer frente a sua pobreza, se associaram na contrução e funcionamento de um moinho de moer milho.
Padre Servanzi percebendo o coração generoso das duas jovens propôs-lhe um caminho:
Cena: Padre chama Amabile e Vírginia e diz: Tenho uma missão para as duas jovens e gostaria que desempenhassem com amor e zelo: entrego a vocês o catecismo das crianças e a limpeza da capela de São Jorge e assistência dos enfermos.
Elas aceitam.
Missão dada, missão aceita.
Cena: Amábile dando catequese para os pequenos e Virgínia dando catequese para os maiores. Depois as crianças saem de cena e as duas vão limpar a capela, varem e colocam flores no vaso aonde tem um quadro de São Jorge.
Em 1887, Amábile perdeu sua mãe. Morreu no parto de mais um filho. Com 22 anos Amábile assumiu a tarefa de dona-de-casa, continuou com as tarefas religiosas ao lado do cuidado da família.
Duas vezes por semana, Amábile e Virgínia iam a Nova Trento, afim de receber a comunhão, eram 12 km a pé de ida e volta, iam em silêncio rezando o terço, pedindo iluminação divina.
Cena: As duas saem andando com o terço na mão, em silêncio.
Tres anos depois seu pai Napoleone se casou com a viúva maria Zamboni e Amábile estava mais livre para se dedicar ao apostolado.
Padre Marcelo Rocchi, percebeu em Amábile e Virgínia duas vocações especiais. Pediu para os vigolanos contruirem uma capela e uma gruta a Nossa Senhora de Lurdes. O povo aceitou a sugestão e Amábile e Vírgina ficaram encarregadas de arrumar o dinheiro para a aquisição da imagem. Não sairam para pedir esmolas, foram práticas plantaram uma roça de aipim.
Cena: As duas com enxadas, fazem de conta que estão carpinando e cuidando da roça de aipim, Depois vendem para um comprador e com o dinheiro vão até o padre e entregam e trazem a imagem de Nossa Senhora de Lurdes.
Numa tarde Amábile confidenciou a Virgínia; Por que não poderíamos fazer um pequeno casebre unido a Capela de São Jorge, aqui em Vígolo, para nos recolhermos a fim de rezar, trabalhar e cultivar o espírito e ajudarmos os pobres enfermos?
Vírgínia respondeu : A idéia é ótima, mas como construirmos nós a casa? E nossos pais permitirão que habitaremos aí, abandonando-os e ir viver sozinhas numa barraca?
Amábile respondeu: O bom Deus virá ao encontro. Ele sabe que queremos fazer a sua vontade, por isso na hora por Ele estabelecida, nos ajudará.
Morava em Salto Baixo uma senhora Angela Lúcia Viviani, que padecia de câncer, apesar de doente gostava de ir a Vígolo visitar sua filha casada, numa dessas visitas a doença agravou e não conseguiu voltar para casa, não houve jeito de interná-la em Florianópolis. Deste modo a cancerosa ficava em casa sozinha porque sua filha e seu genro tinham que ir para a roça trabalhar. Percebendo isso Amábile e Vírginia tomam sob seus cuidados a cancerosa.
Cena: filha e genro saem, Amábile e Vírginia entram e cuidam da mulher que esta deitada.
Padre Roncchi vendo isso, tem a intuição de fundar um pequeno hospital em Vígolo, perto da capela havia um casebre de 6 por 4m, pertecente a um rico comerciante de Tijucas, Benjamim Galloti, e padre pede e o homem piedoso doação.
Cena; Padre Roncchi conversa com Amábile e Vírgina e recebem a casa e com ela a missão da sua vida. Padre fala: A inauguração será dia 2 de julho de 1890.
Nesse meio tempo alguns vigolanos começaram a ver com maus olhos a iniciativa, lugar de moça é na casa dos pais, é namorar e casar. Como entender que duas jovens se isolem com uma cancerosa e se for contagioso? Escutaram que mais uma jovens querem se juntar aos estilo de vida das duas, melhor é cortar o mal pela raiz.
Cena: Alguns homens e mulheres impedem as duas de entrarem na casa, falando que lugar de moça é na casa dos pais.
Quem entra em cena é Napoleone; a filha era dele e tinha quem mandava. Como alguns querem enfrentar o padre? E assim decidido põe a doente numa carroça e acompanhado por Amábile, Vírginia dirigem-se ao hospitalzinho, era dia 12 de julho de 1890.
Cena: Napoleone coloca a doente na maca e Amabile e Virginia vão do lado ate chegar ao hospital e as deixa lá. Na parede tem um quadro de São José, colocam a cancerosa no colchão e ficam no lado rezando o terço.
As duas não voltam mais para casa, não para as refeições. Sua decisão de se consagrarem a Deus é definitiva. Seus pais é que mandavam comida e para a doente e sua filha providenciava.
A cancerosa lhes dava trabalho; era o mau cheiro e as blasfêmias que proferia na sua revolta.
Cena: as duas rezando e a cancerosa debochando, mas as duas não se irritam só pedem que Deus toque seu coração e a graça foi obtida; ela pede para confessar e aceitou a vontade de Deus e faleceu em fins de setembro.
3ª PARTE FASE ADULTA
Dando início a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, aprovada pelo Bispo Dom José de Camargo Barros, em 25 de agosto de 1895.
No dia 07 de dezembro de 1903, Amábile assumiu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus, Vírginia o nome de Irmã Matilde da Imaculada Conceição; Teresa do nome de irmã Inês de São José. Nos três nomes, as grandes devoções da nova Congregação: Jesus, Maria e José, a Sagrada Família.
Cena: as três irmãs proferem juramento antes da comunhão dos votos religiosos, um juramento diante de Deus e da Igreja viver sempre em obediência, pobreza e castidade. Eram toda de Deus, todas do povo e para sempre.
Colocar o CD a múscia Toda de Deus enquanto estiverem diante do padre.
A obra crescia, as casas de Vigolo e Nova Trento eram insuficientes para para receber as crianças, os doentes, os velhos e deficientes.
Para sustentar a obra Madre Paulina colocou em prática uma idéia; como não possuiam terras para cultivar, as religiosas se ofereciam para trabalhar á meia: o resultado do trabalho era dividido entre as irmãs e os proprietários. Foi um período de alegria e sacrifícios, acordavam as 3 horas da manhã, faziam suas orações e iam para roça, levando comida para o meio-dia; verdura, pirão de mandioca ou polenta de fubá.
Cena: as irmãs trabalhando com enxadas e cestas colhendo trigo.
Em 1902, Pe Luiz Rossi recebeu a notícia de que no ano seguinte seria transferido para São Paulo.
Cena: Padre recebe uma carta e lê.
No mês de novembro Madre Paulina envia uma carta circular á Congregação, primeira da sua história, na qual exalta a obra de Deus que serviu-se de pessoas que o mundo achava ignorantes, idiotas, para construir uma obra de salvação das pessoas. Claro que quem escreveu a carta foi o Padre Rossi, pois Madre Paulina sabia muito mal falar o português e pior ainda escrever.
Cena: Madre Paulina sentada a cadeira em frente a mesa aonde Pe Rossi escreve a carta.
Estando para partir para São Paulo, Pe Rossi pregou exercícios espirituais e no final convocou todas as irmãs para elegerem um Governo Central da Congregação. Madre Paulina foi eleita Superiora Geral “ad vitam”, isto é, até a morte. Votaram 21 irmãs.
Em 17 de julho de 1903 Madre Paulina recebe a carta de Pe Rossi, parte para São Paulo, acompanhada de seu pai Napoleone, não quis deixar sua filha sozinha.
No dia 7 de dezembro de 1903 as irmãs começam sua missão de educadora em nova modaria, no Ipiranga, cuidando de crianças orfãs, descendentes de escravos e os idosos.
Cena: irmãs cuidando de pessoas que estão doentes (tossindo), outros elas agasalha., dá agua.
Em 1904 Anna Brotero de Barros, rica viúva paulistana, que dá dinheiro para ajudar o Asilo Sagrada Família, dirigido por Madre Paulina, sente-se credora de direitos junto às irmãs e quer governar o Asilo.
Cena: Anna Brotero visitando o Asilo, toda bem vestida querendo mandar nas irmãs.
Ela se queixa de Madre Paulina para Dom Duarte Leopoldo.
Dom Duarte afasta Madre Paulina e manda que volte para Nova Trento. Deveria deixar a capital até a convocação de um capítulo geral.
Cena: Madre Paulina parte sem entender e Pe Rossi do outro lado da cena diz pra si mesmo não tenhocoragem de falar que ela deveria ficar por 2 anos para refazer o noviciado, para recuperar o espírito religioso.
Em 8 de agosto Madre Paulina volta para São Paulo não sabendo que deveria ficar por 2 anos em Nova Trento.Chegam no dia seguinte ao Asilo Sagrada Família e vão visitar Padre Rossi.
Cena: Chega Madre Paulina acompanhada de Madre Vicência, Vice-Superiora Geral Padre Rossi a recebe friamente e diz que deve se apresentar a Dom Duarte para pedir perdão e penitência por um retorno que não sabia ser proibido.
Em 11 de agosto é recebida pelo arcebispo, que se mostra severo e indignado. Reclama da perda do primitivo fervo, falta de espírito religioso, coisa não verdadeira e repetiu as queixas de Dona Anna Brotero.
Cena: O arcebispo e Madre Paulina escuta td e em lagrimas se ajoelha e diz que esta pronta para entregar a congregação a nova superiora, e oferece para servir humildemente na congregação como súdita, sob odediência de qualquer superiora, até a morte em qualquer ofício.
Dom Duarte perdoou tudo, abençoou e disse que iria demití-la do cargo de Superiora Geral.
Depois desse fato nunca mais Santa Paulina esteve a frente com cargo na congregação, mas seu lema era servir, tanto que cuidou da Madre Vivência quando esta adoeceu.
Viveu assim por 33 anos no anonimato, servindo com muita humildade.
A partir de 1938 a saúde de madre Paulina vai declinando, as diabetes a deixam sempre mais fraca. Uma ferida mal cuidada torna necessária a amputação de um dedo da mão direita. Dias depois grangrena avança e cortam-lhe o braço inteiro.
Cena: aceita tudo com alegria, pois tudo é vontade de Deus. E não cansa de repetir o refrão de sempre: Vontade de Deus, paraíso meu! Diz a uma irmã : O braço não é meu, já dei tudo a Deus.
Doente maneta, continua a trabalhar, para fazer os rosários, segura o arame com os dentes e com a mão restante coloca as contas.
No dia 12 de julho de 1940, participou da grande festa dos 50 anos da Congregação. A pequena semente de Vígolo era agora uma árvore frondosa, com 325 irmãzinhas espelhadas pelas 39 casas.
Uma realidade viva e visível na Igreja brasileira.
Desse dia em diante não se tem mais notícias de Madre Paulina, no escondimento e no silêncio se preparava par ao encontro final com Deus. Abençoava as irmãzinhas que a procuravam antes de partir para a missão.
Pouco se levanta depois de março de 1941, apesar de algumas melhoras.
Em maio de 1942, nova crise diabética, complicada por problema pulmonar.
O Pe Guido del Toro lhe dá absolvição, em 15 de junho
Os dias seguintes são agravados por dores físicas e espirituais, surgem as ultimas tentações : Serei condenada? Terei perdão? E pedi que rezassem muito por ela.
Dali em diante, Madre Paulina repetia as orações que aprendera de sua mãe e que alimentaram toda sua vida e obra. Eram pequenas jaculatórias que ela repetia em italiano:
Doce coração do meu Jesus, fazei com que vos ame cada vez mais...
Doce coração de Maria, sede minha salvação...
Seja louvado e exaltado o Divino Coração...
Jesus, tomai o meu coração...
Fé, fé, minha alma..Para fazer somente a vontade de Deus!
Seja como quiseres meu Deus!
Olhando para o céu, implorava auxilio divino; Misericórdia, misericórdia, foram sua ultimas palavras, morreu ás 5:50 de 9 de julho de 1942,Amabile Lucia Visintainer ingressou na Patria celeste.
Madre Paulina do coração agonizante de Jesus,cumpriu sua missão.,tinha vivido quase 77 anos.
No dia seguinte o funeral foi presidido pelo arcebispo Dom Jose Gaspar, grande presenaça de religosos, padres, leigos, devotos, pobres. Não havia dúvida; Madre Paulina era uma Santa.
Santa da Humildade e da Caridade.
Sua obra crescera 47 casas em cinco estados brasileiros, 30 postulantes, 23 noviças e 338 irmãzinhas.
Em 1991 o papa João Paulo II beatificou-a quando esteve em Florianópolis.
Sua obra esta espalhada pelo Brasil, Italia, Chile, Argentina, Nicarágua, e no Chade (Africa).
A obra de Vígolo, de Amábile e Vigínia é obra de Deus.
MADRE PAULINA DO CORAÇÃO AGONIZANTE DE JESUS
ROGAI POR NÓS.
Teatro escrito por Cristiane Rover com base no Livro: Madre Paulina uma Surpresa de Deus.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

4º Encontro Como é Bom Vivermos Juntos!


Preparação: Preparar o ambiente para a confraternização, dar destaque ao painel preparado nos encontros anteriores.

OBJETIVO: Conhecer melhor os colegas do grupo e fazer novas amizades.

ACOLHIDA: Acolher cada criança com carinho e conforme a chegada, cantar uma música de boas vindas (á escolha do grupo).

MOTIVAÇÃO: Ao lado do painel, colocar uma cartolina ou outro tipo papel, com a seguinte frase: "É bom vivermos juntos, mas falta alguém. Quem? Cada um escreve o nome de alguém que gostaria que estivesse presente.Quando todos escreverem, debater as questões em grupo. Por que estas pessoas não estão aqui? O que vamos fazer por elas? ( Encontrar uma solução)

MOMENTO DE ORAÇÃO:
TODOS: Jesus, hoje, o nosso encontro é muito importante. Juntos como amigos e irmãos, queremos conhecer melhor a nossa pessoa e a vida de cada um de nós. Que este encontro, Senhor, nos ajude a sermos mais amigos, mais irmãos e assim, estaremos unidos em comunhão com todas as crianças do mundo. Por isso podemos dizer juntos: Pai Nosso...

PARTILHA DOS COMPROMISSOS SEMANAIS:
Cada um coloca espontaneamente o que conseguiu realizar durante a semana.

PALAVRA DE DEUS ( Fl 4, 4-7) E REFLEXÃO:
1º Momento: Formar duplas para que se conheçam melhor, falando um pouco sobre sua família e o que mais gostou do texto da alegria.
2º Momento: Cada criança apresenta o companheiro da dupla do seu grupo, dizendo algo sobre seu amigo, sua família e o que mais gostou da leitura bíblica.

COMPROMISSO MISSIONÁRIOS:
PESSOAL: Procurar tratar bem todas as pessoas, assim como Jesus nos trata.
COMUNITÁRIO: Contar em sua escola, em casa, o que mais gostou do encontro.
ALÉM-FRONTEIRAS: Procurar saber em notícias de jornais, revistas...por que as pessoas dedicam sua vida ao bem dos outros (em todo o mundo).

CONFRATERNIZAÇÃO:
As crianças colocam em comum o que trouxeram para a convivência e partilham alegremente, canta-se Parabéns a Você para os Aniversariantes do mês.

LEMBRETES : Trazer figuras de várias situações que vivem as crianças ( abandonadas, pobres, privilegiadas, etc...)
Escrever e desenhar no Caderno Missionária o que mais gostou da festinha...

ORAÇÃO: Espontânea.

DESPEDIDA: Canto: Somos Crianças da Infância Missionária

3º Encontro Quem São Os Outros?

Cofrinho Missionário cada criança pode confeccionar o seu, colar em cartolina para reforçar ou pode fazer um cofrinho único do grupo.O dinheiro arrecadado é para as crianças carentes e os missionários dos 5 continentes.
Infância e Adolescência Missionária Criança Ajudando e Evangelizando Criança.

(Símbolos : Mapa-mundi, flores, pedras, chinelos de papel)

ACOLHIDA: Acolher com carinho e alegria a cada criança chamando-a pelo nome e cantado : Você é, você é, você é importante para mim...

OBJETIVO: Perceber em cada pessoa o rosto de Deus, sentindo-nos irmãos e irmãs.

MOMENTO DE ORAÇÃO:
TODOS: Deus, nosso Pai, desperta no coração de cada criança e de todas as pessoas do mundo, o desejo de conhecer sempre mais teu Filho Jesus e a disponibilidade de seguí-lo, fazendo discípulos, que vivam como irmãos e irmãs, em todas as famílias e comunidades. Unidos a eles, de mãos dadas, queremos dizer: Pai Nosso...

PARTILHA DOS COMPROMISSOS SEMANAIS:
Cada um conta o que conseguiu fazer.

Colocar no chão o mapa-mundi, pedras e flores.

PALAVRA DE DEUS (Mc 3, 13-14) E REFLEXÃO:
Ser criado e amado por Deus é um presente, uma responsabilidade grande.
Jesus nos chama a anunciar a sua Palavra. Isto nem sempre é fácil, mas como crianças missionárias, unidas a Jesus, podemos torná-lo conhecido e amado. (Convidar as crianças para tirar as pedras e colocar no seu lugar flores. Deixar um tempo para que possam se expressar espontaneamente as dificuldades e alegrias no anúncio de Jesus.)

VOZ 1 : Jesus, hoje, nos convida para irmos ao encontro de nossos irmãos e irmãs mais necessitados.
TODOS: É Ele quem nos envia. Ele caminha conosco.
COORDENADOR: Em sinal de nossa aceitação a esse convite e envio, coloquemos no mundo os chinelos(papel), num gesto de caminhar ao encontro de todas as crianças. Enquanto isso cantemos:


CANTO: Vou caminhando com meu Senhor,

Vou espelhando...

Somente amor

Eu bato palmas assim...

Eu dou um pulo assim...

Alegre estou em Ti...

Porque estás em mim(bis)


ATIVIDADE:

Visitar uma pessoa doente. Procurar ver Jesus no rosto de cada irmão e irmã que sofre. Falar de Jesus que está dentro deles e o ama. Entregar o pezinho missionário, com uma mensagem. Cantar algo e rezar o Pai Nosso...


COMPROMISSOS SEMANAIS:

PESSOAL: Colocar em nossas orações as crianças que ainda não conhecem o amor de Deus ( pode ser por continente)

COMUNITÁRIO: Durante a semana, convidar um colega do grupo a visitar uma pessoa que necessita de amor e conversar sobre o amor de Deus.

ALÉM-FRONTEIRAS: Recolher informações sobre a realidade das crianças que sofrem no mundo por falta de amor ( família, escola, sociedade).


LEMBRETES:

O nosso próximo encontro é Vida de Grupo, é confraternização. Combinar o local e as atividades que serão feitas. Fazer um convite para as crianças que ainda não tiveram oportunidade de viver a alegria de ser missionárias, para participar juntos. Trazer brinquedos diversos, jogos para partilhar.


ORAÇÃO FINAL: Espontânea


DESPEDIDA: Canto: Jesus, meu amigo e companheiro...


"De todas as crianças do mundo sempre amigos".





2º Encontro: Como Vivemos?


Preparar ambiente com 2 cenários. No primeiro cenário, colocar uma árvore verde, um quadro de Jesus e gravuras que expressem vida. No segundo cenário preparar uma pequena árvore seca com figuras que representem morte.

ACOLHIDA: Acolher cada criança dando-lhe um papel com seu nome, para que o coloque na árvore seca. Enquanto isso canta-se: Amigo sê bem vindo...

Objetivo: Reconhecer o valor de nossa vida para vivê-la bem e louvar a Deus.

MOMENTO DE ORAÇÃO:
TODOS: Deus, nosso Pai, desperta no coração de cada criança e de todas as pessoas do mundo, o desejo de conhecer sempre mais teu Filho Jesus e a disponibilidade de seguí-lo, fazendo discípulos, que vivam como irmãos e irmãs, em todas as famílias e comunidades. Unidos a eles, de mãos dadas, queremos dizer: Pai Nosso...

PARTILHA DOS COMPROMISSOS SEMANAIS:
Cada criança conta o que conseguiu fazer.

PALAVRA DE DEUS E REFLEXÃO
COORDENADOR: Quantas vezes a gente fica triste, não sorri, não enxerga nada de bom e belo...
VOZ 1 : Quando isso acontece não vemos as coisas lindas que Deus nos deu.
Voz 2 : Quando estamos alegres percebemos o mundo bonito que Deus fez.
COORDENADOR: Muitas vezes não reconhecemos o amor de Deus em nós e nas pessoas que vivem conosco. Por isso temos necessidade de pedir perdão. ( Cada criança é convidade a ir até a árvore seca, encontrar o seu nome, fazer um pedido de perdão a Deus, pelas falhas pessoais ou por falhas pecados do mundo. Em seguida, colocar o seu nome na árvore verde. Após o pedido do perdão, retirar da sala a árvore seca com as figuras de morte. (Tempo para partilha)

COORDENADOR: Jesus nos convida hoje a viver o amor, assim como Ele nos ama.Esse amor nos faz parecidos com Jesus.
VOZ 3 : Ser parecido com Jesus é estar sempre unido a Ele, como os ramos estão unidos à árvore.
COORDENADOR: Fiquemos em pé para acolher a Palavra de Deus e cantemos:

CANTO: Eu sou a videira, meu Pai é o agricultor, vós sois os ramos permanecei no meu amor.

COORDENADOR: Ouçamos atentamente o Evangelho que nos fala da videira e dos ramos (João 15, 1-8)
Eu estou bem unido a Jesus ou sou um galho seco?
(Tempo para reflexão e partilha)

COMPROMISSOS SEMANAIS:
PESSOAL : Valorizar a vida que você recebeu de Deus. Louvar e agradecer pela sua vida e de seus familiares.
COMUNITÁRIO: Rezar com os colegas da escola pela vida das crianças que estão por nascer no mundo inteiro nas diferentes raças.
ALÉM- FRONTEIRAS: Pesquisar sobre o que ameaça e destrói a vida em nossa sociedade. Trazer notícias para o próximo encontro, num cartaz, das realidades da vida humana no mundo.

LEMBRETES:
O nosso próximo encontro é Compromisso Missionário. Lembrar da oferta, fruto dos sacrifícios, para colocar no cofrinho. Marcar uma visita num lugar carente de nossa sociedade.

ORAÇÃO FINAL : Espontânea

DESPEDIDA : Canto: Me chamaste para caminhar...

PARA PRÓXIMO ENCONTRO:
1) Combinar o local a ser visitado durante a semana. Se possível, um hospital, ou creche...
2) Trazer mapa mundi, pedra, flores e um chinelo de papel para cada criança.