quarta-feira, 26 de março de 2014

Dinâmica : O trem



Todos fazem um trenzinho e saem cantando:
Eu vou viajar de trem
E você vai também
É só comprar
Uma passagem pra Jerusalém
Uma Passagem pra Jerusalém

Parou (o primeiro do trem). Parou (todos)
Mãozinha pra frente (1°). Mãozinha pra frente (Todos).  Mais pra frente (1°). Mais pra frente (Todos)
TchuTchuTcha TchuTchuTcha TchuTchuTchaTcha (requebrando e levantando as mãos)


Eu vou viajar de trem
E você vai também
É só comprar
Uma passagem pra Jerusalém
Uma Passagem pra Jerusalém
Parou (o primeiro do trem). Parou (todos)
Mãozinha pra frente (1°). Mãozinha pra frente (Todos).  Mais pra frente (1°). Mais pra frente (Todos)
Polegar pra cima. Polegar pra cima. Mais pra cima. Mais pra cima
TchuTchuTcha TchuTchuTcha TchuTchuTchaTcha (requebrando e levantando as mãos)

·         Cutuvelo Grudado
·         Pezinho de pingüim
·         Joelinho dobrado
·         Ombrinho Levantado
·         Bundinha Impinada
·         Pescoçinho Torto
·         Olhinho vesgo
·         Linguinha pra fora

ELMA DIOCESE DE JOINVILLE

Nos sábados deste mês a tarde das 14:00 às 17:30 está acontecendo o ELMA (Encontro de Líderes Missionários Adolescentes). De todos os adolescentes do mundo sempre amigos.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2014


Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8,9)

Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: « Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza » (2 Cor 8,9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
1. A graça de Cristo
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: « sendo rico, Se fez pobre por vós ». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, « esvaziou-Se », para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2,7; Heb 4,15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus « trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado » (ConC. ECum. Vat. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).
A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – « para vos enriquecer com a sua pobreza ». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O baptizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a « insondável riqueza de Cristo » (Ef 3,8), « herdeiro de todas as coisas » (Heb 1,2).
Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10,25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu « jugo suave » (cf. Mt 11,30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua « rica pobreza » e « pobre riqueza », a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8,29).
Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.
2. O nosso testemunho
Poderíamos pensar que este « caminho » da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d’Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.
À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.
Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspectivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se vêem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos auto-suficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.
O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.
Fonte: Vaticano

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser « tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo » (2 Cor 6,10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

domingo, 2 de março de 2014

EFAIAM JOINVILLE -SC

Aconteceu neste fim de semana do dia  28/02 a 02/03 o EFAIAM (Encontro de Formação para Assessores da Infância e Adolescência Missionária),foi um momento de bastante aprendizado, diversão, oração e escuta. Por fim os assessores foram enviados como discípulos e missionários, seguindo os passos do Mestre e Senhor Jesus, missionário por excelência.De todas as crianças e adolescentes do mundo sempre amigos!

sábado, 22 de fevereiro de 2014

VIDA DE GRUPO IAM SANTA PAULINA - GINCANA MISSIONÁRIA







HORA SANTA IAM SANTA PAULINA

HORA SANTA MISSIONÁRIA PARA A IAM




Assessor: Queridos irmãos e irmãs. Estamos celebrando o ano da IAM no Brasil. Durante todo este ano, a IAM nos convida a intensificar nossas orações pelo trabalho missionário que é realizado em todo o mundo. Rezemos hoje por todos os missionários e pelos bilhões de pessoas que ainda não sabem que Jesus é Deus. Cantemos enquanto o Santíssimo Sacramento é exposto para nossa adoração.
Canto: Onde reina o amor, fraterno amor. Onde reina o amor, Deus aí está. ( repete  quantas vezes for necessário; depois vai abaixando a voz até ficar sussurro).
Assessor: Graças e Louvores sejam dadas a todo momento.
Todos: Ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.
Assessor: Fiquemos um instante em silêncio, contemplando Aquele que se fez alimento para nossa vida eterna. 
Adolescente: Jesus é o grande missionário do Pai. O filho do Deus é enviado em missão. E quando Ele termina sua missão na terra, envia os seus Apóstolos para continuá-la até o fim dos tempos. Ouçamos: Mateus 28, 19-20 (após leitura, mais 2 a 4 minutos em silêncio para reflexão pessoal)
Assessor: Em alguns países da África, os últimos anos de atividades missionárias foram bem fecundos, atingindo quase 100% da população. Porém em alguns lugares, os cristãos são a minoria, não chegando a 0,5% da população.
Criança: Também em alguns lugares como em partes da Índia ou do Iraque, os cristão são perseguidos por grupos radicais e expulsos da suas casas, obrigadas a fugir para as matas ou para as montanhas, onde passam fome. Outros sofrem violência física e, as vezes, até são mortos.
Todos: No mundo tereis tribulações. Mas tendes coragem. Eu venci o mundo disse Jesus.
Adolescente: Aqueles que perseguem ou matam os cristãos fazem isto porque não sabem que Jesus é Deus. Se soubessem, com certeza não perseguiriam ninguém e se converteriam.
Todos: “ Pai perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem”.
Assessor: Hoje, no mundo todo, cerca de 83% da população não sabe que Jesus é Deus. Muitos desses nem sequer ouviram falar de Jesus, apesar de toda tecnologia de informação que temos. É preciso anuncia-lo!
Todos: “ Ai de mim se eu não evangelizar” (1Cor 9,16)
Canto: Se calarem a voz dos  profetas as pedras falarão...
Adolescente: Só Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Só Ele pode dar  a vida verdadeira para todos os povos. Ouçamos: João 10,10b (após a leitura , 2 a 3 min de silêncio para reflexão)
Assessor: Façamos agora nossas preces espontâneas, por nós, pela comunidade e pelo mundo inteiro.
Canto: Consagração a Nossa Senhora.
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e um Glória ao Pai.


Liturgia

Comum1407: Perfeitos como o Pai
 
Nesse domingo, continuaremos o Sermão da Montanha.
Jesus nos coloca a essência do seu ensinamento:
O AMOR,
para sermos "perfeitos como o Pai".

O Evangelho apresenta mais dois exemplos (antíteses),
que mostram a novidade de Jesus em relação a antiga Lei:
Perdão x vingança, Amor x Ódio... (Mt, 5,38-48)

1) PERDÃO: "Ouvistes: Dente por dente, olho por olho..."
                  É a conhecida Lei do talião, que não pretendia autorizar a vingança,  
                  mas limitar: não podia ser maior do que a violência original...

    EU: "Não ofereçais resistência ao malvado...":
   Jesus cita quatro exemplos de situações de violência:
             - Violência física:                Se te bater na Face direita à oferece a esquerda;
            - Injustiça econômica:          Se tomar tua túnica à dá-lhe também o manto;
            - Abuso do Poder:               Se mandar andar um Km à anda dois;
            - Empréstimo:                     Se alguém te pedir à não vires as costas.

Na lógica dos homens é uma loucura... O próprio Cristo diante da bofetada,
não ofereceu a outra face... mas protestou...
- A Lei antiga procurava limitar a violência, mas, na prática, justificava...

- JESUS: Não é suficiente...
                o Cristão deve ser um sacramento de amor e de perdão.

PERDÃO: é uma extensão do amor. Através do perdão,
o amor é confirmado e a paz se faz presente na relação humana.
A não resistência ao malvado rompe o ciclo contínuo da vingança.
- Perdão é cortar o mal pela raiz, extinguindo a maldade e o ressentimento.
  A dificuldade de perdoar impede o seguimento radical de Jesus Cristo
- Não é uma resignação fatalista, mas a não violência ativa do amor...
   (Exemplos: M.L.King, Gandhi, Dom Romero...)
- Suportar a injustiça não significa aprová-la, pode ser uma denúncia profética...
  = Amar como Deus ama é o núcleo do novo.
     Só assim podemos rezar o Pai Nosso: "Perdoai, assim como perdoamos..".

* O Espírito de vingança ("Talião" de hoje)
   está bem enraizado também em nosso coração:
   "Quem ri por último, ri melhor..."; "Não levo desaforo para casa..."

2) AMOR AOS INIMIGOS: "Ouviste o que foi dito:
Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo..."

    EU: "Amai os vossos inimigos, e rezai pelos que vos perseguem..."

- Já no Antigo Testamento encontramos:
. "Não guardes ódio no coração contra teu irmão".
. "Não procures vingança, nem guardes rancor aos teus compatriotas".
. "Amarás o próximo como a ti mesmo..." (1ª Leitura Lv 19,1-2.17-18)

O texto esclarece que a "Santidade" que o Senhor exige
não se manifesta em formas de religiosidade  externa,
mas no amor ao irmão.
Mas na prática, o amor ao próximo se limitava só para os compatriotas...

- JESUS: amplia as dimensões da caridade: amar até os inimigos...
  Motivo: Uns e outros são filhos de Deus = irmãos...

A compreensão de que somos todos filhos do mesmo Pai e Mãe e
a percepção de que seu amor é sem limites leva à fraternidade universal,
à solidariedade e à partilha, vivendo-se com alegria,
tendo como meta a união e a paz.

E nos apresenta um Modelo: O Pai Celeste:
"Sede perfeitos como o Pai celeste é perfeito..."
A Imitação de Deus, na sua perfeição ou santidade,
concretiza-se no amor manifestado também ao inimigo.
Trata-se de um amor gratuito e desinteressado,
que supera a restrição à religião e à raça.
"Desse modo vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus".
O amor sem distinção possibilita fazer a experiência de filhos,
reproduzindo na terra a bondade do Pai celeste,
que "faz nascer o seu sol sobre maus e bons,
e faz cair a chuva sobre justos e injustos."
O amor leva a superar o espírito de hostilidade, a vingança, o ódio e o rancor, para construir a fraternidade.

Só assim nos tornamos verdadeiros filhos de Deus...
- "Se amais aos que vos amam... que recompensa tendes?
    também os publicanos (pecadores) o fazem..."
- "Se saudais os vossos irmãos... Os gentios também o fazem..."

* Será um programa realizável? Ou uma Utopia para sonhadores, uma loucura?

A 2ª Leitura responde que é uma loucura para os homens,
mas é "Sabedoria" para Deus. (1Cor 3, 16-23)

+ Temos inimigos a perdoar e rezar por eles?
+ Pessoas que não gostamos ou que não gostam de nós?
+ Qual a nossa atitude para com elas?

+ A Eucaristia que celebramos é de fato
    um gesto de COMUNHÃO com Deus e os irmãos?


                                                         Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 23.02.2014